Um fonoaudiólogo avalia um paciente adulto com histórico de paralisia facial periférica unilateral de longa data. Durante a avaliação da motricidade orofacial, observa que, no lado paralisado, há redução do tônus da musculatura labial e bucinadora, com apagamento do sulco nasolabial e desvio da comissura labial para o lado sadio. Considerando os achados descritos e a fisiopatologia das alterações orofaciais decorrentes de paralisia facial periférica, julgue o item a seguir.
A redução do tônus muscular no lado paralisado, associada à hipertonia compensatória no lado contralateral, pode levar ao desenvolvimento de assimetrias faciais permanentes e a alterações na mastigação e na fala, o que justifica a intervenção fonoaudiológica precoce, mesmo em casos de instalação crônica.
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