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No processo de avaliação e intervenção fonoaudiológica dos distúrbios fonológicos, a análise da fala espontânea da criança deve priorizar a identificação do inventário fonético e das regras fonológicas subjacentes que regem as substituições, omissões e demais processos de simplificação, pois a mera contagem de erros articulatórios isolados, desvinculada do sistema fonológico em uso, é insuficiente para caracterizar a gravidade e orientar o planejamento terapêutico.
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