No contexto dos sistemas de radiologia digital, o CR (computed radiography) e o DR (digital radiography) diferem fundamentalmente no processo de conversão do sinal. Enquanto no CR a imagem latente é formada em uma placa de fósforo fotoestimulável e posteriormente lida por um scanner a laser, no DR a conversão ocorre diretamente no detector, sem a necessidade de etapas intermediárias de leitura óptica. Essa diferença implica que, no sistema DR de conversão direta, os raios X são convertidos em carga elétrica por meio de um fotocondutor (como o selênio amorfo), dispensando o uso de cintiladores, o que contribui para reduzir a dispersão da luz e melhorar a resolução espacial em comparação com os sistemas CR.
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