Durante o controle de qualidade de um serviço de ressonância magnética, o físico responsável avalia a segurança de um novo implante de titânio destinado a um paciente que necessita de exame de crânio. Ele afirma que, por o titânio ser material não ferromagnético, o implante é classificado como seguro em campo magnético estático, mas que a segurança térmica e a de aquecimento por radiofrequência (RF) ainda devem ser verificadas, pois a deposição de energia RF depende da geometria do implante e da sequência utilizada, e não apenas da ausência de ferromagnetismo. Além disso, ele ressalta que a taxa de absorção específica (SAR) deve ser monitorada para evitar elevação excessiva de temperatura tecidual, especialmente em exames com sequências de alta deposição energética.
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