Um serviço de radiologia implantou um protocolo de tomografia computadorizada de tórax de baixa dose para rastreamento em pacientes de alto risco. No controle de qualidade, verificou-se que o equipamento operava com um produto corrente-tempo (mAs) fixo, sem modulação automática de exposição, e que o índice de dose em TC (CTDIvol) registrado era de 12 mGy, enquanto o valor de referência diagnóstico adotado pelo serviço para esse protocolo é de 5 mGy. Nessa situação, considerando os fundamentos de proteção radiológica e de controle de dose em TC, é correto afirmar que a manutenção de um mAs fixo e elevado, associada à ausência de modulação automática de exposição, contribui para o aumento do CTDIvol e, consequentemente, para a superação do nível de referência, sendo a adoção de protocolos de baixa dose e de sistemas de modulação automática de exposição medidas compatíveis com o princípio ALARA.
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