Durante uma visita domiciliar, um enfermeiro da Estratégia Saúde da Família avalia um contato intradomiciliar de um caso de hanseníase multibacilar recém-diagnosticado. O paciente índice encontra-se em tratamento poliquimioterápico regular há duas semanas. O contato, adulto, assintomático, apresenta exame dermatoneurológico normal e refere ter sido vacinado com BCG há mais de 15 anos, sem cicatriz vacinal visível. Considerando as recomendações do Ministério da Saúde para o manejo de contatos de hanseníase, o enfermeiro deve administrar uma dose de BCG nesse contato, uma vez que a ausência de cicatriz vacinal, independentemente do tempo transcorrido desde a vacinação anterior, indica a necessidade de revacinação.
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