Durante a avaliação fisioterapêutica de um paciente com insuficiência cardíaca congestiva, o fisioterapeuta observa que, na posição ortostática, a pressão hidrostática nas veias dos membros inferiores aumenta consideravelmente em relação à posição supina. Esse fenômeno, somado à redução da complacência venosa e à disfunção endotelial frequentemente presentes nesses pacientes, pode favorecer o desenvolvimento de edema periférico. Nesse contexto, julgue o item a seguir:
A compressão pneumática intermitente dos membros inferiores, ao gerar aumento da pressão tecidual local e consequente redução do gradiente de pressão transcapilar, contribui para diminuir a filtração de líquido para o interstício e favorecer a reabsorção linfática, sendo, portanto, um recurso fisioterapêutico adequado para o manejo do edema em pacientes com insuficiência cardíaca estável.
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