No contexto da fisioterapia uroginecológica, o treinamento dos músculos do assoalho pélvico (TMAP) é considerado a primeira linha de tratamento conservador para a incontinência urinária de esforço (IUE) feminina. Contudo, para que o TMAP seja eficaz, é imprescindível que a paciente realize contrações corretas, sem uso de musculatura acessória, e que haja supervisão profissional para garantir a progressão adequada. Nesse sentido, a literatura aponta que o biofeedback e a eletroestimulação podem ser utilizados como recursos adjuvantes ao TMAP, especialmente em mulheres que não conseguem identificar ou contrair corretamente a musculatura do assoalho pélvico.
Considerando as recomendações atuais sobre o tratamento fisioterapêutico da IUE, julgue o item a seguir:
A eficácia do treinamento dos músculos do assoalho pélvico na incontinência urinária de esforço depende exclusivamente da frequência semanal das sessões, de modo que protocolos com maior número de atendimentos presenciais por semana apresentam resultados superiores, independentemente da qualidade da contração muscular e da adesão da paciente aos exercícios domiciliares.
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