No contexto da fisioterapia uroginecológica, o treinamento dos músculos do assoalho pélvico (TMAP) é considerado terapia de primeira linha para a incontinência urinária de esforço (IUE) feminina. Contudo, a eficácia desse treinamento depende de fatores como a correta identificação e isolamento da musculatura, a adesão ao programa e a supervisão profissional. Nesse sentido, é correto afirmar que, para que o TMAP produza efeitos fisiológicos duradouros, é imprescindível que a paciente realize contrações voluntárias máximas e sustentadas por, no mínimo, 10 segundos, seguidas de relaxamento completo, em séries de 30 repetições diárias, uma vez que apenas esse protocolo de alta intensidade é capaz de promover hipertrofia e aumentar a pressão de fechamento uretral.
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