Uma nutricionista avalia um paciente adulto com IMC de 27 kg/m² e circunferência da cintura de 98 cm. Para estimar o gasto energético total (GET), ela opta por utilizar a equação de Harris-Benedict para a taxa metabólica basal (TMB) e aplica o fator de atividade física (FA) de 1,55, correspondente a atividade leve. Considerando que a equação de Harris-Benedict superestima a TMB em individuos com excesso de adiposidade e que a circunferência da cintura elevada indica risco cardiometabólico, é correto afirmar que a conduta da nutricionista está adequada, pois a aplicação do fator de atividade leve (1,55) corrige automaticamente a superestimação da TMB e o risco cardiometabólico, dispensando ajustes adicionais no cálculo do GET.
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