No contexto da avaliação da função imune e da carcinogênese, considere a seguinte situação hipotética: um paciente com leucemia linfoide aguda (LLA) de células B precursoras apresenta, ao diagnóstico, expressão aumentada da enzima ativadora de recombinação (RAG) e da desoxirribonucleotídeo transferase terminal (TdT), além de rearranjos clonais dos genes IGH. Nesse cenário, é correto afirmar que a detecção de níveis elevados de TdT e de RAG nas células leucêmicas, associada à imunofenotipagem por citometria de fluxo, permite distinguir a LLA de células B precursoras da leucemia linfocítica crônica (LLC), uma vez que a LLC é caracterizada pela ausência de TdT e pela presença de linfócitos B maduros com expressão de CD5 e CD23, enquanto a LLA de precursores B expressa CD19, CD10 e CD34, mas não CD5.
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