Um laboratório de análises clínicas de Maceió processou uma amostra de sangue periférico de um paciente adulto com suspeita de anemia hemolítica autoimune. O biomédico responsável, ao analisar o esfregaço corado pelo método de Wright, observou a presença de esferócitos, que são hemácias com forma esférica, desprovidas da zona central de palidez, e que apresentam diâmetro menor que o normal. Considerando que a membrana eritrocitária nesses esferócitos sofreu perda de fragmentos, é correto afirmar que o volume corpuscular médio (VCM) dessas células tende a estar aumentado, enquanto a concentração de hemoglobina corpuscular média (CHCM) permanece inalterada, o que justifica a classificação da anemia como normocítica e normocrômica.
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