Um laboratório de controle sanitário analisou uma amostra de água de abastecimento e uma amostra de leite pasteurizado. Na água, utilizou a técnica de membrana filtrante com incubação a 35-37 °C para pesquisa de coliformes totais e termotolerantes, conforme procedimentos padronizados. No leite, aplicou a contagem de microrganismos mesófilos aeróbios e a pesquisa de Salmonella spp. Considerando a legislação sanitária vigente e os métodos microbiológicos aplicáveis, é correto afirmar que a detecção de Escherichia coli na água de abastecimento, por si só, configura situação de potabilidade comprometida, enquanto, no leite pasteurizado, a presença de Salmonella spp. em 25 mL é critério microbiológico obrigatório de ausência, independentemente do tipo de leite pasteurizado.
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