No contexto da avaliação e intervenção fonoaudiológica nas doenças neurogênicas, considere o seguinte cenário clínico: um paciente adulto, com diagnóstico de esclerose lateral amiotrófica (ELA), apresenta disartria mista (espástica-flácida) e, nas fases iniciais, comunicação verbal funcional, porém com inteligibilidade reduzida em situações de fala espontânea. A respeito do manejo fonoaudiológico nesse caso, julgue o item a seguir.
Na ELA, a intervenção fonoaudiológica deve priorizar, desde as fases iniciais, a implementação de estratégias de comunicação alternativa e ampliada (CAA), postergando-se o treino de inteligibilidade e o ajuste de padrões prosódicos para a fase de anartria, uma vez que a manutenção da fala natural, nesse momento, pode acelerar a degeneração dos motoneurônios bulbares.
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