Um paciente de 45 anos apresenta lesão ulcerada em borda lateral de língua, com 2 cm de diâmetro, indolor à palpação, com bordas endurecidas e fundo necrótico, com evolução de 6 semanas. O cirurgião-dentista decide realizar citologia esfoliativa como primeiro exame para diagnóstico. Considerando as indicações e limitações da citologia esfoliativa em lesões potencialmente malignas e no diagnóstico de neoplasias malignas da cavidade oral, é correto afirmar que a citologia esfoliativa, nesse caso, é o método de escolha inicial, pois permite distinguir com segurança entre lesão benigna e maligna, dispensando a necessidade de biópsia incisional para confirmação histopatológica.
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