No setor de ressonância magnética de um hospital, um técnico em radiologia prepara um paciente para exame de crânio. Antes de posicionar o paciente no equipamento, ele verifica a presença de objetos metálicos e questiona o paciente sobre implantes e dispositivos eletrônicos. Durante o exame, o técnico mantém o paciente monitorado por meio de comunicação audiovisual e observa rigorosamente os limites de taxa de absorção específica (SAR) estabelecidos para o exame. Considerando as bases físicas, os protocolos e a segurança em ressonância magnética, é correto afirmar que a atuação descrita está adequada, pois o campo magnético estático principal não oferece risco a pacientes com implantes metálicos não ferromagnéticos, e o controle do SAR é relevante apenas para exames de corpo inteiro, não sendo necessário em exames de crânio.
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