No setor de medicina nuclear de um hospital, o físico médico responsável pelo controle de qualidade identificou que a taxa de dose na área de espera dos pacientes, próxima à sala de exames com fontes não seladas de tecnécio-99m, estava acima do nível de investigação estabelecido no plano de radioproteção. Para reduzir a exposição ocupacional e do público, a equipe decidiu instalar uma barreira móvel de chumbo entre a fonte e a área de espera, além de reorganizar o fluxo de pacientes. Considerando as normas de radioproteção aplicáveis e os princípios da proteção radiológica, é correto afirmar que a adoção de barreira física e a reorganização do fluxo configuram medidas de proteção que atuam, respectivamente, na redução do tempo de permanência e no aumento da distância, sem qualquer relação com a blindagem, uma vez que, em medicina nuclear, a blindagem só é eficaz para fontes seladas e para radiação gama de alta energia.
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