No âmbito do trabalho social com famílias, a perspectiva crítica do Serviço Social contemporâneo compreende que a família, enquanto espaço de proteção e socialização, deve ser entendida a partir de sua historicidade e das determinações socioeconômicas que a atravessam. Nesse sentido, a intervenção profissional que toma a família como objeto de ação deve priorizar a responsabilização das famílias pela resolução de suas demandas, uma vez que a centralidade da família na política social brasileira decorre da comprovada eficácia de seu papel como provedora de bem-estar, independentemente das condições estruturais de desigualdade a que está submetida.
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