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Durante uma reunião ordinária do Conselho Estadual de Saúde do Tocantins, um conselheiro recém-empossado questiona a natureza jurídica das deliberações do colegiado, especialmente após a aprovação de uma resolução que cria uma comissão intersetorial para monitorar a execução de um plano de enfrentamento de doenças negligenciadas. O conselheiro argumenta que, por se tratar de órgão consultivo, suas decisões não teriam força vinculante, podendo a Secretaria de Estado da Saúde (SES-TO) deixar de cumpri-las sem qualquer consequência jurídica. Outro conselheiro, com maior experiência, rebate a afirmação, citando a legislação de regência e a jurisprudência consolidada sobre o tema. Considerando o arcabouço normativo do SUS e a doutrina do Direito Sanitário sobre as fontes do direito e a natureza dos Conselhos de Saúde, assinale a alternativa que melhor expressa a fundamentação jurídica correta para a situação descrita.