O Tribunal de Contas da União, ao auditar a Secretaria de Gestão de uma autarquia federal, identificou o seguinte cenário: (i) as decisões sobre contratação de serviços de TI eram tomadas exclusivamente pela cúpula da autarquia, sem participação das unidades regionais; (ii) havia duplicidade de esforços, pois duas coordenações produziam relatórios semelhantes sobre os mesmos processos; (iii) os servidores das unidades regionais relatavam baixa autonomia para resolver demandas locais, o que gerava filas e retrabalho; (iv) a alta direção argumentava que a concentração decisória garantia padronização e controle. Diante desse diagnóstico, a equipe de auditoria propôs um redesenho organizacional que equilibrasse autonomia e controle.
Considerando os conceitos de estrutura organizacional, centralização e descentralização, a proposta tecnicamente adequada para corrigir os problemas apontados, sem perder a coerência com os princípios da administração pública, é:
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