Um órgão da administração direta federal, ao revisar seu modelo de gestão, debate internamente três propostas. A Proposta I defende a centralização decisória e o controle prévio de legalidade de todos os atos como forma de garantir isonomia e previsibilidade, ainda que isso implique lentidão e desestímulo à inovação. A Proposta II sustenta a adoção de contratos de gestão com metas de desempenho e autonomia ampliada para as unidades, acompanhados de controle posterior de resultados e de maior discricionariedade dos gestores. A Proposta III propõe a criação de canais de participação social deliberativos, com orçamento participativo e conselhos com poder de veto sobre decisões técnicas, subordinando a racionalidade técnica à legitimidade da participação.
Considerando a evolução dos paradigmas de gestão pública no Brasil e as críticas doutrinárias a cada modelo, assinale a alternativa que corretamente correlaciona as propostas aos paradigmas e identifica a principal tensão ou limitação apontada pela literatura.
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